terça-feira, 16 de outubro de 2012
E a Felicidade!
E o homem daqui se assustou pela última vez (1945), chegando a conclusão ...definitivamente se há amor, há ódio...
Perguntou-se então... será que o amor paga a conta do ódio? O ódio sendo mais material, realista, vivo, talvez o amor, então, não pagasse a conta.
A saída encontrada então foi, fuja-se do amor.... assim não há o ódio... Viva-se a indiferença...
Egoísta, Individualista .... porque temos tanto medo de errar? Parece que isto é até pior do que a morte...
E me pergunto se vale a pena viver assim? como que estivesse assistindo ... e assim fugindo ... da vida.
Persistir,Existir, é o suficiente? Ser feliz seria não sofrer ... não tomar partido?
De qualquer forma... a democracia e o feminismo ... desviaram o foco da humanidade, que era a felicidade, e hoje é um dos termos mais abstrato e inalcançável, o SUCESSO( ou paz de espírito amoral) ....
a felicidade reside no amar e no odiar, tão somente e em lugar mais nenhum.
sábado, 6 de outubro de 2012
Curtinhas do Dia e de Outrora
1 - "O mau da precocidade é que ela sempre deixa algo para mais tarde".
2 - "Posso, leviano, fazer minhas pele negar minha história, mas nunca alcançarei o ranço do que sou dentro de meus ossos". (Usando de R. Chartier)
3 - "Você acha que é o que olhou, comeu e fez? Será bom, ao pensar assim, olhar para o retrovisor da vida e perceber o que és agora, mas sem nunca perder o foco da pista" - Escritor Mercenário.
4 - "Ah! Verdade, ao invés de nos prendermos ao derradeiro conceito, ou vã esperança, seria mais astuto, e pelo bem de nossa humanidade, saber apenas de nossa diminuta verdade e amá-la como se fosse a única" - O Escritor Mercenário (Usando de Freud e Locke).
5- "No momento da maior incerteza, quando somos portadores da opressora paralisante dúvida, devemos, mesmo que pareça esforço inadequado, resistir de olhos abertos e cabeça ereta numa espera oportunista por um raio de luz" - O Escritor Mercenário. (Usando Schopenhauer).
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Curtinha do dia!
"Quando me vejo humilde, seja sendo, ou seja tentando, me vejo um homem pequenino e burro. Por certo não me visto bem assim; mas o desafio de ser desafiado, posto a prova, é mais o meu número. Me desculpem, pela milésima vez tentei e não tem jeito, a bem-dita arrogância me cai como elogio". Escritor Mercenário.
Assinar:
Postagens (Atom)